Saudação
Paz e bem - Boa noite, Seja bem-vindo !
Função Data Curitiba, 21 de outubro de 2017



















 

Relatos da Fé

Neste espaço divulgaremos depoimentos de graças alcançadas pela Fé como também depoimentos de Peregrinações.
Todos que tiveram alguma graça ou depoimento e queiram compartilhar suas alegrias enviem por e-mail para faleconosco@ocapuchinho.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Depoimento: Maria Letícia Quaesner da Silva, através de nosso site.
Dia 04/02/2008

Meu depoimento é simples, mas muito sincero. Nunca fui crente da fé Católica, por mais que meus pais me levassem a missa todos os domingos. Sempre senti um ar de obsoleto, de falso e de hipócrita para os dias de hoje. Até que descobri Os Capuchinhos. Sou devota de São Francisco desde o nascimento, e me encontrei na igreja. Frequento sozinha, por opção e de coração. E digo... Não deixem nunca de acompanhar o mundo. É confortante saber que vocês falam a nossa língua, que entendem os problemas e aflições da vida moderna e não nos julgam. Nos acolhem. E nos guiam. Com coração puro e discurso verdadeiro. Por isso digo: MUITO OBRIGADA! Encontrei o caminho da fé por me sentir em casa, verdadeira e transparente. Sem discursos vazios, e sim, palavras humanas, e reais. Nunca deixem a evolução de lado. Se o mundo se transforma, há uma razão para isto. E viver do passado, não aproxima corações. Apenas repetem-se palavras.
Grata por toda a vida.
Letícia

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Depoimento: Ana Cristina, através de nosso site.
Dia: 17/01/2008

Em junho passado, tomei uma decisão importante na minha vida. Decidi deixar meu emprego, por perceber que meus valores não combinavam com os da empresa onde estava. Foi uma decisão difícil, pois era um projeto que eu gostava e optar pelo risco de deixar um trabalho é assustador.
Porém, como a cada dia a situação me agredia mais, decidi que o melhor era confiar na Providência de Deus e fazer aquilo que meu coração pedia. Pedi demissão e me coloquei em busca de uma nova oportunidade.
A decisão foi fruto de muitas orações, minhas, de minha mãe, de meus amigos. Por mais que eu estivesse segura de que fora a melhor decisão, porém, não podia deixar de me preocupar, pelo menos um pouco.
Uma semana depois de deixar o trabalho que me incomodava, participei da celebração da EntreAjuda. Para meu conforto e alegria, a Palavra que meditamos foi exatamente a que fala dos lírios do campo e das aves do céu e de todo o amor com que Deus cuida de cada um de Seus filhos. Senti com se Deus estivesse dizendo a mim cada palavra.
Ao final, a imposição de mãos veio como um abraço do Pai, carinhoso, renovando minhas forças para retomar a caminhada.
No dia seguinte, recebi um telefonema, com um convite para participar de uma seleção para uma vaga muito boa. Enviei meu CV e, cerca de 10 dias depois, eu já estava empregada: um projeto tão instigante e desafiador como o que eu havia deixado, com salário melhor, ambiente de trabalho melhor e em uma situação em que compartilho dos valores de respeito, profissionalismo e bom relacionamento com toda a equipe.
Depois dessa bênção, ainda vieram várias outras, muito preciosas. Considero cada uma delas decorrente da confiança em Deus - que sei que ainda estou aprendendo, a cada dia - e de Sua generosidade infinita.
Agradeço a Deus por essas bênçãos e por todas que ainda sei que estão por vir.
Com as novidades, mudei de cidade e não posso mais participar das celebrações na Paróquia Nossa Senhora das Mercês, mas me sinto feliz em poder compartilhar este testemunho com vocês.
Que a Paz de Deus esteja convosco.

Ana Cristina

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Caminho da Fé - Percurso entre Tambaú - Aparecida (SP)

Aos 12 de dezembro de 2005, após o meio-dia iniciei o Caminho da Fé em Tambaú, SP. Na Secretaria Municipal de Turismo desta cidade, a gente adquire o "credencial do peregrino" (tipo de passaporte) que se vai sendo carimbado nas pousadas e hotéis. Isto dá desconto e certeza de que alguém está a caminho do Santuário de Aparecida.
Na primeira tarde cheguei na "Pousada Campo Alegre", município de Casa Branca, e ali pernoitei num casarão de uns 200 anos.
No dia seguinte levantei cedo e fui em direção de Casa Branca. Na matriz N. Sra. das Dores tive oportunidade de ver a celebração de final de ano do clero da diocese de São João da Boa Vista.
Comecei a sentir o peso da mochila (6,7kg). Mas mesmo assim segui em direção à Vargem Grande do Sul, chegando bem no final da tarde. Depois de ótimo banho e bom descanso, o caminhante adquire novas energias para seguir em frente. Estou fazendo a caminhada sozinho e me sinto bem.
Passando por São Roque da Fartura chega-se em Águas da Prata. Tive oportunidade de ficar na sede atual da "Associação dos Amigos do Caminho da Fé" A casa acolhe até 20 peregrinos de uma vez e é organizada para que as pessoas se sintam bem no início do Caminho da Fé. Isso porque alguns começam a caminhada neste local, pois foi aqui que iniciou esta versão brasileira do Caminho de Santiago de Compostela, na Espanha. Conheci os idealizadores deste trajeto por entre trilhas: estradas de chão, estradas de pedrisco e mesmo estradas de asfalto.
Tive sorte de não encontrar dias muito quentes com sol ardente. Sempre havia um pouco de nuvens. Parecia até que elas estavam me protegendo.
Assim, após passar pelo Pico do Gavião, às 11 h do dia 15, cheguei na divisa de São Paulo com Minas Gerais. A placa diz: Andradas: 35.320 habitantes.
Atividade econômica: vinícola e comércio de móveis; festa do vinho na segunda quinzena de julho.
As pessoas, ao longo do Caminho, demonstram muita consideração e respeitam os Peregrinos que passam. Sempre recebi informações certas, pois eles percebem quem deseja chegar até Aparecida.
No fim da tarde, já bem acomodado no hotel, me veio esse questionamento: o que é estar só numa cidade totalmente estranha? O que é passar na rua e nunca conhecer ninguém? O que é estar só no meio de uma multidão? O NOVO nos desafia e nos interpela.
Nas cidades em que chegava, quando era possível, ia à missa da comunidade e me sentia bem e renovado espiritualmente.
No dia seguinte, enfrentei subida de dois quilômetros indo para a Serra dos Lima. Aí sim foi de molhar a camisa! A estrada até que é boa, salvo quando tem muitas pedrinhas soltas, principalmente nas subidas e descidas. Há plantações de café nos dois lados da estrada e, de quando em vez, pastagens nos terrenos mais inclinados.
Passei pela Barra (Ouro Fino) às 12h20. Não imaginava que mais tarde encontraria um grupo de peregrinos deste local e os acompanharia até Aparecida! No fim do dia, cheguei em Ouro Fino e pude tirar fotos no portal da cidade que tem grande escultura do "menino da porteira", como na música sertaneja conhecidíssima.

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